InícioInício  CalendárioCalendário  FAQFAQ  BuscarBuscar  MembrosMembros  GruposGrupos  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Compartilhe | 
 

 HARDY, Hope

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Hope Hardy

avatar

Feminino Heterossexual Câncer Cobra
Idade : 28
Player : Heibel
Mensagens : 1

MensagemAssunto: HARDY, Hope   30/1/2016, 22:49

  • DADOS BÁSICOS

Player: Heibel

Nome completo: Hope Hardy
Data de Nascimento: 21 de julho de 1989
Local de Nascimento: Toronto, Ontário - Canadá

Idiomas: Inglês
Sexualidade: Heterossexual
Relacionamento: Solteira

Antiga Profissão: Blogger de moda
Especialização: Correr e se esconder =D ; dirigir
Armamentos: Faca

  • VIDA

Hope nasceu numa família canadense muito rica. Teve uma infância ativa, frequentando uma escola de alta classe, fazendo diversos cursos como música, dança e hipismo.

Foi filha única até os sete anos, quando a mãe se divorciou do marido ao descobrir que ele tinha um filho de cerca de dois anos com outra mulher. Hope, entretanto, nunca teve contato com seu meio-irmão, só sabia seu nome: Sebastian.

Na adolescência sua paixão por moda aflorou. E com todo o dinheiro que tinha, foi fácil começar um blog sobre o assunto aos dezessete anos.

Fez faculdade de moda apenas por fazer, para entender um pouco melhor sobre aquilo, pois já tinha uma carreira promissora no ramo antes mesmo de se formar e era uma aluna incrivelmente preguiçosa.

Aos vinte e um anos conheceu Oliver Peck, um empresário americano oito anos mais velho, num evento de moda em New York. Hope se apaixonou por ele, largando tudo no Canadá e mudando para a Philadelphia, onde Oliver morava e trabalhava.

Eles tinham uma cobertura no centro da cidade, num dos prédios mais caros da região. A vida deles era muito confortável. Os empregos de ambos permitiam que eles trabalhassem de onde quer que fosse, bastava ter um computador com acesso a internet. Hope era convidada para diversos eventos de moda por todo o mundo e Oliver também precisava viajar o tempo todo, então os anos que passaram juntos foram quase que completamente viajando e se divertindo.

Em 2014, Oliver propôs casamento a ela em frente a Torre Eiffel, com direito a pétalas de rosas e um quarteto que tocava violino.

  • SOBREVIVÊNCIA

Hope demorou para saber o que estava acontecendo com as pessoas. O primeiro zumbi que viu foi também o primeiro contato que teve com qualquer informação sobre o assunto. Até aquele dia, não havia recebido nenhuma notícia ou especulação de ninguém sobre a tal "doença". E alguns dias depois o mundo já não era mais o mesmo, então não houve tempo para maiores preocupações.

Oliver e Hope estavam no mercado. Tinham passado lá para comprar uma garrafa de vinho que levariam para um jantar com um casal de amigos. Um garoto adolescente bateu contra a janela do mercado, assustando as pessoas próximas, entre elas, Hope. Ele estava muito pálido e babava contra o vidro. Uma mulher próxima falou que ele devia estar drogado. Hope acreditou que pudesse mesmo, já tinha visto algumas pessoas drogadas nas festas da vida, mas nunca com algo realmente pesado. Se aquele garoto estava usando algo mais pesado do que maconha, ecstasy ou cocaína, ela teve certeza de que era possível estar naquele estado.

O segurança do mercado se aproximou do garoto e pediu que ele se afastasse da janela, e ele o fez, indo na direção do segurança. Hope lembra de tê-lo visto simplesmente morder a mão do segurança até arrancar sangue. Outros homens correram para ajudar, atiraram na perna do garoto e ele não se abalou nem um pouco com aquilo. Por fim, conseguiram imobilizá-lo, mas ele ainda se debatia e tentava morder as pessoas em volta. Naquele momento já havia uma pequena multidão assistindo a cena. Hope estava super assustada pedindo a Oliver para que fossem embora logo, então o noivo concordou.

Durante o jantar com os amigos, eles contaram sobre a cena que tinham acabado de presenciar no mercado, então Sally, a amiga, contou que tinha escutado sobre alguns casos desses pelo país. Eles passaram então boa parte da noite pesquisando na internet. Descobriram alguns relatos de pessoas que testemunharam outras agindo daquela forma violenta, mas pouquíssimas notícias oficiais sobre. No meio das pesquisas, encontraram uma notícia de um caso onde uma mulher atacou e matou os filhos a mordidas em Seattle.

Hope voltou para casa com aquele assunto martelando na cabeça. Nos dias que se seguiram tentou encontrar mais informações ou notícias, mas não eram muito comuns. Achou alguns vídeos que podiam muito bem ser montagens, e algumas opiniões muito controversas de alguns "especialistas". Também tinha gente que acreditava ser algum tipo de marketing viral para algum futuro filme hollywoodiano.

Aquela semana estava tranquila, não tinha nenhuma festa ou evento para ir, só fotografava os looks do dia sozinha mesmo, tratava as fotos e postava no blog, então passou a maior parte do seu tempo em casa. A única rotina que tinha além do trabalho, era correr num parque próximo pela manhã e malhar por uma hora na academia do prédio no final da tarde, além de cuidar da vida online: responder comentários, postar selfies no instagram, interagir com seus fãs. E fazer compras num shopping da região. Tudo isso tomava bastante do seu tempo, mas ela arranjava umas brechas para pesquisar sobre aqueles casos esquisitos. Oliver dizia que ela precisava sair mais, se distrair, convidar as amigas para alguma balada e deixar de pensar naquelas besteiras, que se fosse algo sério estaria na televisão e nos sites grandes de notícias. Ela se convenceu fácil daquilo e deixou aqueles pensamentos de lado, focando na sua rotina diária.

Hope lembra da noite anterior ao dia que mudaria tudo. Um pouco mais de uma semana havia passado desde a cena no mercado. A rua estava uma zona, as pessoas gritavam e faziam baderna. A polícia foi chamada de madrugada para resolver o assunto. Ela nem saiu na janela para ver o que estava acontecendo, amaldiçoando os baderneiros que não a deixavam dormir.

Na manhã seguinte tomou café, se arrumou para correr e desceu até o lobby do prédio. O porteiro avisou que o bairro estava uma loucura, que as pessoas estavam se atacando e que ele achava que era alguma briga de gangues, sugerindo que Hope não saísse aquele dia, pois não era seguro. Ela aceitou o conselho do homem e voltou para o seu apartamento. Durante o dia as coisas foram piorando. Hope via na TV que as pessoas estavam descontroladas, que a polícia não estava dando conta e que até o exército havia sido chamado, e ninguém entendia bem porquê de tanta algazarra. Alguns canais diziam se tratar de uma batalha de gangues rivais, como o porteiro sugeriu; outros, que eram manifestações populares por assuntos diversos. Hope conversou pelo celular com Oliver perto da hora do almoço, mas ele estava bem no prédio onde participaria de uma reunião. Quando começou a anoitecer, Hope tentou ligar para ele de novo para avisar que a rua deles estava fechada, mas os telefones não estavam funcionando, assim como a internet, que tinha parado de funcionar. E assim foi madrugada a dentro. Mal conseguiu dormir naquela noite, preocupada sem conseguir comunicação com ninguém. A energia ficava indo e voltando, o que só piorava a situação.

No dia seguinte as coisas ainda estavam a mesma coisa, um pouco pior. Hope assistia da varanda a população louca do lado de fora, quebrando carros, assaltando lojas, se matando.

Em dado momento, Hope começou a ouvir sons no corredor do prédio e alguém tentou abrir a porta do apartamento, que estava trancada. Ao se aproximar, achando que era Oliver, viu pelo olho mágico que eram pessoas desconhecidas e que eles estavam preparados para arrombar a porta. Sem pensar duas vezes, pegou o celular e entrou no quartinho do pânico que tinham no quarto deles. A porta do quartinho ficava escondida por um espelho e pela primeira vez ela usou aquele quarto para alguma coisa, pois até então o considerava inútil. Hope perdeu totalmente a noção de quanto tempo ficou lá dentro, sozinha, com medo de sair, ouvindo enquanto as pessoas assaltavam sua casa.

Quando saiu, já estava escuro e o apartamento estava totalmente revirado. Ela tentou fechar a porta, mas o trinco estava quebrado, então encostou um móvel para impedir que alguém tentasse entrar de novo. A energia nunca mais voltou, assim como Oliver, que desapareceu.

Uns dois dias depois, um dos vizinhos dela tentou entrar no apartamento. Ela o atacou com uma panela antes de reconhecê-lo e perceber que ele não queria fazer nenhum mal à ela. John considerava a cobertura o melhor lugar do prédio para ficar e esperar pelo exército que iria resgatá-los, ele acreditava. Hope o ajudou a vasculhar os outros apartamentos abandonados do prédio e fizeram um bom estoque de comida e água, que guardavam no quartinho do pânico. John arrumou a porta, também, e eles ficaram lá pelas próximas semanas. Qualquer barulho que ouviam, eles se escondiam no quartinho, ou então subiam para o terraço do prédio, se achavam que era algum helicóptero de resgate.

Tirando a falta de energia e a economia de recursos, eles continuavam vivendo razoavelmente bem e tranquilos. Às vezes ficavam na varanda assistindo o que se passava lá embaixo, mas normalmente era só um bando de pessoas andando muito devagar e tentando matar qualquer coisa viva que encontravam. Logo perceberam que deviam evitar aquelas coisas, "ex-pessoas", ou o que quer que fossem. Viam alguns grupos de pessoas vivas também, às vezes, mas concordaram em não chamar a atenção para eles. Estariam mais seguros se estivessem escondidos. Vivos ou mortos, ninguém mais era confiável.

John era um homem de meia idade, sereno, amante das artes, principalmente da música. Cozinhava muito bem e gostava de conversas longas e cheias de termos técnicos e palavras grandes.

Quase dois meses depois perceberam algo que os amedrontava havia vários dias: a água estava acabando. Ainda tinham bastante comida, mas a água era um problema que deveria ser resolvido muito rapidamente. Pensaram num plano por quase dois dias. Teriam que sair e procurar água nos prédios vizinhos. Cada um se armou com uma faca e desceram os oito andares de escadas até o lobby, que estava tomado por meia dúzia de zumbis. Seria impossível sair dali sem chamar a atenção deles. Hope tremia muito de medo e deixou a faca cair no chão. Dois zumbis ouviram e vieram na direção deles. Covardes, John e Hope só voltaram correndo para a cobertura.

No próximo dia, já mais calmos de novo, resolveram fazer mais uma tentativa. Dessa vez sairiam correndo do prédio, evitando os zumbis. Porém, quando chegaram lá embaixo, John deu o sinal e saiu correndo. Hope desesperou de novo e não conseguiu se mexer, só olhando enquanto o amigo fugia dos zumbis e saía do prédio. Os mortos-vivos o seguiram, então ela saiu andando devagar em seguida. Foi até o prédio ao lado, morrendo de medo de encontrar alguma daquelas coisas. Achou um lote de garrafas de água e voltou correndo para a cobertura, achando que seu trabalho estava feito.

Horas depois John apareceu, coberto de sangue, mas não era dele. Hope se desculpou em prantos, mas ele não estava irritado como ela achou que estaria. Ele estava bem. Contou que correu por alguns quarteirões até o parque e conseguiu despistar os "monstros" lá. Então esperou estar tranquilo e voltou. Ficou feliz que ela tivesse conseguido mais água e ficou por isso mesmo. É claro que essa não era a história toda, já que ele estava coberto de sangue, mas Hope não quis perguntar o que tinha acontecido.

Mais tarde John falou que eles precisavam sair dali, que morreriam se continuassem fechados no apartamento. Disse que tinha visto um helicóptero quando estava no parque, que ele estava sobrevoando uma região a alguns quilômetros dali. Talvez fosse uma base ou algum local de encontro. Provavelmente teriam pessoas lá para ajudá-los. Eles precisavam tentar, a água não duraria muito tempo e logo a comida acabaria também.

Deixou que Hope digerisse a ideia pos quase três dias, então pegaram um mapa e o homem explicou o caminho que fariam e como agiriam. Ele explicou que precisavam acertar aquelas coisas na cabeça, ou elas nunca morreriam. Prepararam uma mochila para cada um contendo mantimentos, roupas e facas, e então partiram. John parecia mudado, ele já não tinha medo. Logo na saída do prédio dois zumbis se aproximaram e ele os acertou na cabeça com a faca. Hope quase morreu de medo e nada fez, ficou paralisada. Confiava em John o suficiente para deixar sua vida nas mãos dele.

Eles evitavam enfrentar os zumbis, mas quando não havia opção, John dava conta, enquanto Hope se escondia e ficava quieta até o perigo passar.

Caminharam por um dia apenas, parando toda hora, arranjando casas aleatórias para descansar, se proteger dos monstros e para dormir. No segundo dia, passavam pelo Philadelphia Zoo quando se viram encurralados. John entregou o mapa para ela e apontou a direção que ela deveria ir, então mandou que corresse e ele a encontraria depois, e que não era para ela parar de andar ou correr, que seguisse em frente até chegar a base militar. Foi o que ela fez, sem nem se despedir, acreditando mesmo que ele estaria logo atrás dela. John nunca mais apareceu. Hope achou que estava seguindo o caminho errado várias vezes e parou algumas horas por dia durante toda a próxima semana, para ver se ele a alcançava, mas isso nunca aconteceu. Dessa forma, ela mal saiu da região onde estava.

Quando percebeu que estava sozinha mesmo, desesperou, mas era tarde demais para voltar. Seus mantimentos acabaram completamente no próximo dia e agora ela estava sozinha, escondida numa garagem, tentando encontrar uma solução para o seu problema, ou apenas esperando pela morte.

  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Pai: Neville Hardy
Mãe: Adelyn Roy

Meio-irmão: Sebastian Hardy

Noivo: Oliver Peck

Os pais nasceram e viveram no Canadá a vida toda. O pai viajou o mundo com a mulher com quem casou depois de Adelyn, mas depois do divórcio dos pais, Hope teve muito pouco contato com o pai e a família nova dele. Mesmo assim, ele continuou a sustentá-la até o fim do mundo - mesmo quando ela já conseguia se sustentar sozinha.

Viveu com o namorado - e posteriormente, noivo - por quase cinco anos. Tinham um relacionamento bom, por vezes até mesmo entediante, mas durante todo o tempo era como uma espécie de lua de mel. Quando as coisas começavam a ficar ruins, eles começavam a brigar ou não se aguentar mais, iam viajar, viviam uns dias de amor e carinho e voltavam renovados para casa.

  • APARÊNCIA

É bastante magra e fraca fisicamente, mas tem uma condição física bem boa, pois costumava correr e se exercitar diariamente. Sua pele é bastante branca, tem cabelos ruivos e olhos azuis. Sempre foi muito vaidosa, cuidava muito dos cabelos, da pele, das unhas, mas desde que o mundo mudou, não teve mais produtos e pessoas para fazer isso para ela.

  • PERSONALIDADE

Hope sempre teve uma vida muito fácil e confortável. Não sabe lidar com coisas muito difíceis e acaba perdendo o controle. Não sabe fazer coisas simples como cozinhar. Não é corajosa nem muito determinada. É facilmente influenciável, justamente por não conseguir tomar muitas decisões sozinha.



you can change, you can become selfless, you're not set in stone
you will wade through mistakes that we all make but just hold on
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário http://zombiesuniverse.forumeiros.com/t10-hardy-hope
 
HARDY, Hope
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» [Missão] Eternal hope.
» [Projeto]Saint Seiya Arena - Hope Games

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Zombie's Universe :: OFF :: Registros & Informações :: Registro de Personagens :: Fichas-
Ir para: