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 FERHWIGHT, Noel

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AutorMensagem
Noel Ferhwight

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Masculino Bissexual Capricórnio Galo
Idade : 23
Player : Isis
Mensagens : 17

MensagemAssunto: FERHWIGHT, Noel   1/2/2016, 21:48


  • DADOS BÁSICOS

Player: Isis

Nome completo: Noel Jonah Ferhwight
Data de Nascimento: 25 de dezembro de 1993
Local de Nascimento: Orlando – Florida, EUA

Idiomas: Inglês, compreensão de espanhol
Sexualidade: Bissexual
Relacionamento: Solteiro

Antiga Profissão: Atendente de fast-food
Especialidade: Arrombar portas, dirigir, pequenos furtos e roubos
Armamentos: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], um canivete suíço com 20 funções (Lâmina grande, lâmina pequena, chave de parafusos pequena que também serve para parafusos Philips, chave de parafusos grande, abridor de latas, abridor de garrafas, saca rolhas, descascador de fios elétricos, punção/escariador, argola, pinça, cortador de arames finos, tesoura, gancho multi-funções, serra para madeira, chave philips, caneta, mini-chave de fenda, escamador de peixes, palito e mini lanterna de LED) e uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] (10 balas em um pente de 13)


  • VIDA

Esther e Scott já tinham milhares de dólares acumulados em dívidas médicas e haviam decidido que era melhor não gastarem mais, mesmo que isso pudesse significar a morte de Esther e do filho. Foram longas e longas horas de trabalho de parto, de dor, sangramentos e tudo o que podia ser esperado. Scott já estava ficando desesperado, em medo de perder a namorada, gritando que a levaria para um hospital de qualquer modo. Mas, assim que a meia noite virou e já era então Natal, um pequeno milagre aconteceu e Noel veio ao mundo, na casa de María, uma amiga do casal que dizia já ter feito vários partos na Venezuela. É verdade que o menino veio ao mundo roxo, sem respirar, mas isso foi remediado e logo ele estava berrando.

Sabiam que teriam que se esforçar para que o filho tivesse uma vida melhor que a deles, então os pais de Noel quase nunca estavam em casa. Esther trabalhava de camareira em três hotéis diferentes na região de Orlando, e John de motorista de vans e chaveiro em uma pequena lojinha. O menino ficava aos cuidados da mesma pessoa que o trouxe ao mundo, María, uma senhora de 50 anos que cuidava de todas as crianças de região por qualquer ajuda que pudesse receber. Noel acabava sendo um pouco mais caro, pois vivia doente, e, após começar a andar e se misturar com as outras crianças, vivia doente ou aprontando. Após alguns anos, começaram a desconfiar que as doenças eram apenas para mascarar as encrencas que ele se metia. Desse modo, a dívida hospitalar de seus pais nunca chegou ao 0. Eram centenas de dólares por mês em médicos, outros em remédios indicados e mais ainda em remédios que não tinham certeza de que funcionariam, mas o vizinho disse que usou aquele e que foi bom.

As crianças de dona María não eram todas crianças. Durante os anos que passaram, alguns já eram adolescentes e acharam divertido treinar os menores para que eles fizessem seu trabalho sujo. Noel não era extremamente eficiente, mas não demorou para que mandassem ele aprender com o pai as artes do ofício de chaveiro, a qual ele acabou aprendendo – e decepcionando o pai ao dizer, aos 8 anos, que na verdade não estava aprendendo para ajuda-lo na lojinha. Logo era o principal arrombador da gangue. O levavam para todo canto para esse serviço, e até ensinavam ele algumas outras coisas, mas sempre que a barra pesava o deixavam abandonado por lá. Era pequeno e rápido, então conseguia fugir na maioria das vezes, mas outras tantas chegou a ser levado até a porta de casa, e em outras ainda foi preso, tudo isso antes de completar 12 anos. Até lá, sempre acabava dando um jeito de deixar os turistas que assaltavam ou policiais com alguma pena dele. Depois disso, já não era tão bonitinho e acabou passando três anos em um reformatório.

Ao sair, jurou para seus pobres pais que não iria mais se envolver com isso. Voltou para a escola e chegou a se formar no ensino médio, além de trabalhar uma parte do dia no chaveiro de seu pai e na outra no McDonalds. O problema foi a solidão, pois seus amigos estavam ainda todos envolvidos com as gangues, e aos poucos foi se reconectando com eles para não acabar totalmente sozinho. Logo voltaram a lhe oferecer drogas – quando criança, tinha chegado a experimentar, mas não teve o tempo de fazer mais que isso antes de ser levado ao reformatório – e tão logo quanto ele voltou a aceitar. Na maioria das vezes eram apenas cigarros de maconha e haxixe, mas quando rolava alguma festa ele se deixava cheirar um pouco ou tomar algum doce.

Em uma dessas festas, um colega disse que conhecia uma casa de veraneio maneira que Noel conseguiria entrar facinho, facinho, podendo então mudar a festa de lugar pra todo mundo poder curtir uma piscina. Noel topou e foi com seus equipamentos até lá. Arrombar realmente foi fácil – o problema foi o alarme depois. Todo mundo conseguiu fugir. Como estavam drogados, a experiência foi simplesmente hilária. Noel então prometeu aprender a desativar alarmes e, alguns meses e algumas tentativas frustradas depois, suas festas sempre eram em casas de aluguel vazias.

De primeira, era apenas pelas festas. Mas logo estava frustrado: as televisões dessas casas eram melhores, os móveis, até mesmo as porras dos garfos. Começou a levar esses itens de presente para sua mãe e seu pai, e também para dona María. Como ele estava sendo um bom menino, não desconfiavam. A casa de Noel e de María acabou bem equipada e logo não fazia mais sentido continuar roubando, mas ele continuou. Agora revendia por aí, e com o dinheirinho extra acabou começando a comprar mais droga. Não demorou para ter que roubar mais.

Já que as casas de aluguel não eram o bastante, começou a invadir quartos de hotel. A maioria deles era aberto, fácil de se entrar, e antigos, fácil de se arrombar. Aqueles turistas insanos pareciam ir para Orlando com rios de dinheiro, e Noel fazia questão de pegar todo que conseguia encontrar naqueles pequenos cofres idiotas do hotel, e também o que quer que fosse bom de todas as comprar que os gringos faziam. Seguiu assim por alguns anos, se afundando cada vez mais nas drogas, chegando na metanfetamina.

Não conseguia mais ficar na pequena loja do pai direito, seu serviço começava a ficar ruim, além de alguns clientes reclamarem pouco depois de terem tido suas casas invadidas e assaltadas (Sim, culpado, Noel pensava). Além disso, já tinha passado pelo McDonalds, Burger King, KFC, Wendy’s e qualquer outro fastfood que pudesse ser esperado, nunca durando mais que algumas semanas. Seu rendimento era péssimo, em tudo: menos no roubo. Se tivesse guardado todo o dinheiro que conseguia roubar, ele e seus pais poderiam ter tido uma vida tranquila.

Como o furto aos hotéis ainda era o mais lucrativo, era com isso que Noel vivia. Mas, um dia, ao sair de um quarto carregado de sacolas, encontrou duas camareiras na porta, prontas para entrar lá. Uma delas era sua mãe, que ficou paralisada, enquanto a outra gritava pedindo ajuda. Noel saiu correndo assim que viu a mãe, e então ela começou a chorar desesperada pedindo para que ele deixasse tudo que estava levando ali e parasse com aquilo. Não a ouviu e continuou correndo. Conseguiu escapar dos seguranças gordos e velhos do lugar e queimou todo o dinheiro e produtos que tinha levado consigo.

Chegou em casa tarde da noite, chapado. Mal conseguia distinguir o mundo ao seu redor, mas conseguiu ouvir seu pai gritando com ele, a mãe chorando, conseguiu entender como ela tinha sido demitida por terem achado que ela tinha tramado com o filho. Os outros hotéis também ouviram que o filho dela roubava de turistas, então a demitiram também. Já se sentia mal o bastante, tanto por sua viagem mudar pra uma bad trip quanto pelo que falava, mas descobriu que existia um novo fundo do poço ao sentir sua mãe jogando todas as coisas que ele tinha na cara dele e o pai o levando pra fora de casa.

Não sabia muito bem o que fazer. Acabou indo pra rodoviária e pegou o primeiro ônibus que encontrou, indo para Miami sem nem saber que era pra lá que estava indo. Chegando lá, ligou para um amigo/irmão que cresceu junto com ele, na casa de María, e foi morar lá durante algum tempo.

Para pagar a moradia, ajudava Pedro a organizar assaltos e roubos. Começou a ter então contato com um lado mais violento do crime – antes, roubava o que precisava quando ninguém estava lá. Como precisava arrumar dinheiro tanto para pagar onde morar quanto para a droga, logo se acostumou com isso. Tinha uma pequena faca que levava consigo e enfiava no pescoço de turistas, entrando com eles no carro alugado e mandando eles lhe darem tudo que tinham. A primeira vez que chegou a ferir alguém, se apavorou. Foi um corte no pescoço de um homem que tentou reagir e acabou se cortando. Noel viu todo aquele sangue escorrendo e saiu correndo – até hoje não sabe se chegou a matar o homem ou não. Jurou então que ia largar as drogas, mas depois de uma semana estava de volta. Ficou normal depois de um tempo ferir pessoas. Nunca as matava, mas sabia que o olhar de um viciado com uma faca na mão e um corte – por menor que fosse – podia fazer milagres.

Quanto mais dinheiro e drogas conseguia, mais amigos tinha. Uma dessas amigas foi Carmen, uma cubana sensacional pela qual Noel se apaixonou, mas não conseguia pagar por mais do que algumas horas. Mesmo assim, ela era doce com ele e os dois se divertiam – as vezes levava eles nas boates na qual dançava, ou nas festas de ricos que ela sabia que teriam drogas grátis para ele, ou, quem sabe, coloca-lo dentro de um círculo de criminosos melhores e mais eficientes.

A amiga de Carmen, Libby, acabou começando um relacionamento com um figurão – Mike Guerrero – e a levou para morar naquela mansão. Não demorou para que Noel estivesse sempre lá, mas não dava muita bandeira. Tentava ficar pelas sombras, escondido, não queria problema – tinha medo de todo aquele esquema, apesar de tudo. Apenas ficava com Carmen quando ela podia e usava um pouco dos químicos que tinham por lá. Não tinha mais uma casa fixa – dormia na casa de um ou de outro, alternando entre amigos, conhecidos, desconhecidos...

  • SOBREVIVÊNCIA

Nessa loucura de vida, um dia estava em uma festa de conhecidos de conhecidos e acabou cheirando mais do que devia. Largado no chão, com as costas na parede, alguma parte de si sabia que deveria se mover, próxima demais de uma overdose, precisando se mexer para fugir daquilo. No entanto, sua mente estava presa e não conseguia fazer nad além de continuar ali. Ao fundo, começou a ouvir gritos, pessoas o chutavam... Sentia-se cada vez mais próximo do seu corpo, a cada pessoa que pisava dele. Logo estava com a cara no chão. Conseguiu abrir um olho e alguém andava para perto dele de um modo muito estanho... E pegou sua cabeça, a erguendo. Noel acordou. Viu uma menina com a boca ensanguentada pronta para mordê-lo, se aproximando cada vez mais, tão próximo de seu próprio rosto...

A letargia passou e toda a euforia da droga bateu. Noel deu um pulo e a empurrou para longe. Jura que ouviu um osso se quebrar, mas a menina não gritou, apenas voltou a vir na direção dele com a perna torta. Olhou ao redor e viu que outros dois pareciam estar como ela – e aquilo era um intestino que eles estavam comendo? Tinha alguém morto ali? Que porra de droga tinham dado pra ele?

Logo que viu a cena, tentou tirar seu canivete suíço – uma das poucas coisas que havia roubado e mantido – do gancho do cinto. Não conseguiu de primeira e a mordedora já estava muito perto dele. Deu um soco nela, que nem pareceu se abalar, e conseguiu enfim tirar. No desespero, abriu o canivete no palito, mas não se importou e enfiou ele no único lugar que sabia poder causar algum estrago: no olho. Ela pareceu diminuir e ele enfiou mais e mais fundo, quase perdendo o canivete de sua mão no olho dela. Quando notou que ela finalmente parou e caiu ao chão, tirou e olhou de verdade pela primeira vez no lugar. Parecia estar sozinho com os outros dois que se divertiam com um intestino. Deu ombros e resolveu ir embora procurar pra onde a festa tinha se movido.

Acordou no outro dia na casa de um outro conhecido, em choque. Foi direto para o chuveiro e deixou a água escorrer por muito tempo, sem entender porque tinha tanto sangue em sua mão. Se convenceu de que fora do soco que tinha dado em alguém. Se convenceu de que nunca tinha tido uma bad trip tão forte como essa – meu deus, tinha até mesmo chegado perto da loucura. O cérebro se recuperar da experiência de overdose sozinho e voltar à ativa foi o que tinha causado aquilo tudo: não sabia o que tinha realmente acontecido. Uma festa. Uma menina bêbada. Deu um soco nela e saiu. Aqueles outros estavam comendo salsichões.

Mesmo assim, começou a ficar preocupado. Tinha sido a primeira vez que se sentia mal por causa ‘dos efeitos da droga’, como tinha se convencido que era, e resolveu que iria diminuir. Encontrou Carmen mais tarde e ela lhe apoiou, falando que era melhor mesmo, depois da loucura que ele tinha inventado. Levou umas duas semanas de extrema dor e angustia para que a droga toda saísse de seu corpo – e na terceira semana já tinha se convencido de que não era mais um viciado e podia sim usar de vez em quando.

Continuava roubando, algumas vezes até deixava que outros o contratassem para roubos maiores, em que precisavam invadir e afins. Agora deixava todo seu dinheiro com Carmen para que ela lhe desse apenas o necessário, tentando não voltar pra droga. Mesmo assim, durante festas acabava encontrando de graça.

Em uma dessas festas, acordou abraçado em Carmen no meio da sala de Mike Guerrero, enquanto todos ao redor pareciam gritar o mais alto possível. Noel sentia que seus tímpanos iam explodir e mandou todos calarem a boca, até olhar pela janela para o jardim e ver a cena: alguém mordia um capanga de Mike no pescoço. Igual aquela menina do delírio das drogas... Tirando que a droga que tinha usado no dia anterior já não devia estar mais fazendo efeito. Aquilo parecia real. Viram todo o desenrolar pela janela e pouco depois foram para o quarto de Carmen pesquisar sobre aquilo. Foi a primeira vez que Noel admitiu o que tinha visto e achado que havia sido um delírio.

Noel ainda voltou para as ruas por alguns dias, sempre se comunicando com Carmen, que preferia ficar na mansão. Quando os casos começaram a ficar mais frequentes, com Noel presenciando ao menos uma vez por dia uma cena dessas, ela o convenceu a ficar por lá também. Tinham cada vez menos capangas pela mansão, ela tinha certeza de que Mike não se importaria dela levar alguém pra lá. Resolveu ligar para os seus pais – com quem não falava desde que fora expulso – e ninguém atendeu. Ao ligar para dona María, conseguiu falar com um de seus colegas, que lhe contou do que passava por lá. A alta densidade do bairro, junto com a criminalidade, fez com que aquele bairro sucumbisse rápido. Estavam cercados por barricadas tentando manter os mordedores para fora, tentando preservar seus últimos vivos – entre os quais os pais de Noel e dona María não estavam. Desesperado, resolveu aceitar o convite de Carmen e ir para a mansão, mesmo que achasse que seria expulso por não ser uma das pessoas mais úteis.

Mesmo assim, tentou fingir que era. Usava cada vez menos drogas. Reforçou as fechaduras de todas as portas, ajudava a limpar os quartos, a cozinha, os banheiros, o que precisasse, e, depois que o filho de Mike chegou, ajudava Carmen e Libby a cuidar dele. Acabou se afeiçoando ao garoto, especialmente depois que Libby e Carmen começaram a se desesperar cada vez mais, certo dia citando até a possibilidade de suicídio – que ocorreu. Libby se matou no banheiro e Carmen disse que não podia mais ficar ali – e simplesmente saiu da casa, mesmo com Noel gritando para que ela não fizesse isso. Não teve coragem de ir atrás dela.

Por sorte, acabou sendo a única pessoa de fora da família em quem o filho de Mike confiava, já que vivia com as meninas que cuidavam dele, e assim acabou sendo levado com ele para fora da mansão.  




  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Scott Ferhwight (1969) – Um homem honesto, de família pobre. Aprendeu o ofício de chaveiro com o pai e desde pequeno trabalhou com ele na pequena lojinha que herdou. Foi o primeiro da sua família a terminar o ensino médio, mas não conseguiu ir além disso. Quando o turismo de Orlando começou a florescer por causa dos parques temáticos que iam se firmando, Scott começou a trabalhar de motorista. Seu pai adoeceu pouco depois e Scott fez várias dívidas para pagar o tratamento de câncer, que não resolveu. Pela mesma época, sua namorada Esther engravidou e tiveram que triplicar suas jornadas de trabalho para conseguirem se manter. Não era o pai mais presente, mas sempre quis o melhor para o seu filho e ficou extremamente decepcionado com o caminho que ele levou. Durante uma briga na vila que moravam, dois meninos foram mortos e voltaram no meio da noite. Conseguiram atacar várias pessoas antes de serem mortos – Scott foi um desses. Sem informações ainda, tentaram tratar da mordida, sem sucesso. Ao voltar dos mortos, atacou sua esposa, que velava seu corpo ao lado.

Esther Ferhwight (1976) – Morava com uma tia, já que seus pais haviam sido mortos por causa de uma dívida com um agiota. Era constantemente maltratada por ela, com abusos físicos e psicológicos. Logo que conheceu Scott, enquanto ainda estava no ensino médio, começou a namorá-lo e não pensou duas vezes em se mudar para sua pequena casa de três cômodos quando seu sogro ficou doente – dizendo que iria ajudar a cuidar dele. Realmente ajudou, fazendo tudo na casa enquanto Scott trabalhava o máximo que o corpo aguentava. Pouco antes da morte de seu sogro, descobriu que estava grávida. Teve Noel e na outra semana já tinha arrumado três empregos diferentes para ajudar a manter o menino de uma maneira melhor que ela mesma fora criada. Mesmo com o pouco tempo que tinha em casa, era uma mulher e mãe carinhosa e amável. O maior desgosto de sua vida foi ver o filho roubando o hotel no qual ela trabalhava – embora ela tivesse sim suas desconfianças sobre como ele arrumava tudo que lhe dava. Adoeceu – dizem que de desgosto – pouco após perder seus empregos e Scott ser mandado para fora de casa. Não saía mais da casa. Quando Scott foi então mordido e morreu, não tinha mais razões para viver – e por sorte não precisou encontra-las, já que foi mordida pelo próprio marido logo após.

Dona María Gonzales (1940) – Uma mulher sofrida, que foi traficada da Venezuela quando tinha uns 20 anos. Viveu forçadamente como prostituta em Miami até completar 40 anos e acharem que ela trazia mais prejuízo que lucros. Foi então para Orlando tentar começar uma vida, mas após se envolver 3 vezes seguidas com outros homens abusadores, desistiu. Mesmo ainda sendo consideravelmente nova, tinha vários problemas de saúde por causa do estilo de vida que fora forçada a levar. Começou a auxiliar em partos pela vila em troca de algum dinheiro para sobreviver, e logo aceitou cuidar das crianças que fez nascer. Era como uma avó para todas as crianças da vila – e uma salvadora para os pais. Mesmo assim, não foi capaz de cuidar de tanta gente e grande parte acabou entrando para os crimes e drogas. Sua casa acabou sendo a mais bem guardada da vila quando o apocalipse começou – todos os seus ‘filhos’, agora órfãos. Mesmo assim, acabou com uma pneumonia, que todos diziam que não era nada e achavam mais seguro não a levar até o médico. Morreu em sua cama e ao voltar mordeu dois de seus filhos antes de levar uma panelada na cabeça.


  • APARÊNCIA

Noel é muito magro. Seu tipo físico já é magro, mas os anos de drogas o deixaram ainda pior, e o apocalipse também não ajudou a se reconstituir. Seus cabelos precisam de um corte faz algum tempo, e é possível ver a raiz castanha escura contrastando com o restante descolorido. Seu maxilar é quadrado e forte, deixando bem marcadas as maças do rosto que o deixam parecendo ainda mais magro. Sua pele, especialmente no rosto, marcada por queimaduras de sol, sardas, e algumas marcas de acne. Tem olhos azul, o nariz um pouco grande e lábios finos.
Também possuí várias tatuagens, sendo que uma boa parte fez bêbado e/ou drogado, algumas até com quem nunca tinha tatuado antes.

  • PERSONALIDADE

Embora tenha vivido muito tempo em ambientes hostis, ainda acha que existem limites para o humano. Acredita fielmente que nunca matou alguém – e não pretende. Quando descobriu que seu delírio sobre os zumbis não havia sido um delírio, se sentiu mal de ter matado a mordedora em cima dele. Acredita fácil nas pessoas também, o que o fez ser passado para trás diversas vezes por ladrões e drogados mais espertos que ele.

É uma pessoa carinhosa e atenciosa, de sua maneira – sempre tentava roubar algo para sua mãe ou para Carmen. Bastante paciente e carinhoso quando não está drogado. Também é um pouco inseguro, medroso. Quando está, no entanto, perde um pouco dos seus escrúpulos. Fala mais alto e não sente medo de nada – na verdade, sente-se invencível.
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FERHWIGHT, Noel
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