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 Rogers, William

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AutorMensagem
William Rogers

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Masculino Heterossexual Escorpião Dragão
Idade : 29
Player : Nyna
Mensagens : 13

MensagemAssunto: Rogers, William   4/2/2016, 23:58


  • DADOS BÁSICOS

Player: Nyna

Nome completo: William Rogers
Apelido: Will
Data de Nascimento: 9 de novembro de 1988
Local de Nascimento: Annapolis, Maryland, EUA / Vivia em Baltimore, Maryland, EUA

Idiomas: Inglês
Sexualidade: Heterossexual
Relacionamento: Solteiro

Antiga Profissão: Gerente de bar/traficante de drogas
Especialidade: Will é basicamente bom de briga: não teve um treinamento formal ou profissional, mas se acostumou a separar bêbados e drogados no bar onde trabalhava, e, mais tarde, quando se envolveu no mundo das drogas, também precisou usar diversas vezes essas habilidades para se proteger. É rápido e resistente, e consegue improvisar 'armas' com o que estiver a seu alcance, de garrafas de cerveja a cadeiras suficientemente pesadas. Sabe manusear uma pistola e é um atirador razoável, embora ainda esteja longe de ser um especialista. Dirige e é um ótimo piloto de moto.
Armamentos: Tem uma pistola simples, de alcance médio, pequena e discreta, e sabe manuseá-la, mas usa-a com cuidado, uma vez que não sabe onde ou quando vai encontrar balas. Também carrega consigo um facão grande de carne que pegou em casa antes de ir embora.


  • VIDA

Will teve uma infância que gostaria de poder esquecer - foi o primeiro filho não-abortado de Rebecca Rogers, uma prostituta que vivia em Annapolis, Maryland; e nunca conheceu seu pai biológico. Foi crescendo meio por conta própria, enquanto a mãe, conforme envelhecia, se agarrava a qualquer homem que parecesse gostar minimamente dela, se afundava lentamente em uma depressão, e, com ela, nas drogas. Will ficava sozinho na maior parte do tempo, se virando para fazer comida, encontrando desculpas para ficar em casa o menor tempo possível. Passava muito tempo na rua, e, enquanto foi fazendo amigos, foi arranjando também desafetos, outros garotos que zombavam dele e xingavam sua mãe. Já nessa época começou a se envolver em brigas de rua, treinando involuntariamente habilidades que aperfeiçoaria com o passar do tempo; e, mesmo criança, já foi endurecendo, tornando-se desconfiado, fechado e arredio. Tinha 14 anos quando sua mãe resolveu levar para casa um novo namorado, e este se estabeleceu de vez por lá: era um homem bêbado e violento, que rapidamente dominou a casa e frequentemente batia em Rebecca - e em Will, se este estivesse por perto. Quando Rebecca morreu de overdose, logo que o filho completou 15 anos de idade, Will juntou algumas coisas em uma mochila e foi embora - sem se surpreender ao perceber que não lamentava ou sentia quase nada.

Ele passou o resto da adolescência e o início da vida adulta vagando por Maryland, mentindo a idade, fazendo bicos para comprar o que comer e o que vestir - até que conseguiu se estabelecer em Baltimore, onde arranjou emprego de garçom em um bar. Se deu bem com o dono, um homem de idade chamado Jack Bailey, e logo já era o funcionário mais antigo e de mais confiança no estabelecimento. Fã da vida noturna, aprendeu o ofício, acostumou-se à rotina, passou a conhecer todos os frequentadores do local; e em mais algum tempo foi promovido a gerente. Como o bar era pequeno - e frequentado pelos tipos mais suspeitos -, muitas vezes também teve que fazer as vezes de segurança, apartando brigas e jogando para fora do lugar os clientes mais problemáticos. De forma um tanto relutante no início - já que fora justamente aquilo que acabara com a vida de sua mãe -, acabou se envolvendo também no comércio de drogas que prosperava discretamente no estabelecimento, percebendo que tinha com isso muito mais lucro do que com seu salário de gerente: lucro suficiente para alugar um bom apartamento e comprar uma moto usada. No último ano, Will estava dividindo apartamento com Heidi, uma amiga sua que era um pouco mais que amiga. Heidi trabalhava como tatuadora, e os dois se conheceram no bar - e se davam bastante bem, tanto como amigos quanto como amantes.


  • SOBREVIVÊNCIA

Por viver praticamente sozinho, sem familiares e com pouquíssimos amigos, Will demorou para sentir na pele os efeitos da infestação zumbi. No começo, mesmo meio desconfiado das afirmações e ações do governo a respeito do que estava acontecendo, tentou tocar a sua vida normalmente na medida do possível, torcendo para que em breve as coisas se ajeitassem. Um dia, porém, aconteceu o primeiro episódio de contato direto dele com um zumbi: em uma noite em que havia poucos clientes no bar de Jack (já que o movimento vinha diminuindo desde que aquela história toda começou), um deles entrou lá, descontrolado, tentando atacar o primeiro homem que encontrou. Por sorte, um dos fregueses estava armado, e derrubou o zumbi com um tiro certeiro. Jack fechou o bar depois disso, e Will se isolou em seu apartamento com Heidi - que também já estava sem trabalhar. Os dois conseguiram se manter por algum tempo com o dinheiro que tinham guardado - e com os lucros que Will ainda obtinha dos viciados em drogas que o procuravam, já que nem a infestação zumbi parecia deter seu vício -, saindo raramente para buscar comida e água, e mantendo-se trancados quase o tempo todo, desejando quase sem esperança que alguém desse um jeito naquilo tudo. Até que um dia Heidi chegou em casa desesperada, contando que tinha sido atacada. Chorando, ela explicou que havia conseguido fugir - mas não sem antes ser mordida. Em negação, ela pediu que Will não fizesse nada, na esperança de que a mordida não houvesse sido o suficiente para infectá-la; mas era tarde. Will trancou Heidi em um quarto separado durante a noite, ouvindo, de fora, sua transformação em um monstro. Na manhã seguinte, preparou a pistola, abriu a porta e abateu a mulher com um tiro na cabeça. Imediatamente depois disso, juntou todo seu dinheiro, seus pertences, sua arma, a comida que tinha, colocou tudo em uma mochila, montou sua moto e foi embora.

Desde então, Will tem viajado sozinho, mantendo-se afastado tanto de zumbis quanto de outros sobeviventes, buscando comida, balas para a pistola e também combustível para a moto - que geralmente consegue em postos de gasolina abandonados, embora venha notando que este recurso está cada vez mais escasso, e que em breve ele terá que deixá-la e seguir a pé. Já matou alguns zumbis, todos a tiro; nunca mais ouviu falar de Jack Bailey; e não tem muita ideia do que fazer em seguida. Só sabe que não está disposto a morrer ainda.


  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Will não tem família; e, desde que perdeu Heidi e deixou Jack para trás, também não tem amigos. Vive sozinho e está disposto a passar por cima de qualquer um para sobreviver.


  • APARÊNCIA

Embora não seja exatamente do tipo que se cuida ou se preocupa demais com a aparência, Will sempre foi considerado bonito pela maioria das pessoas. Tem os cabelos loiros, cortados curtos; os olhos azuis; o rosto quadrado com uma barba rala. É alto, tem cerca de 1,85m de altura; e se exercitava regularmente antes da infestação começar, então tem o corpo em forma, magro e definido. Não tem tatuagens ou outras modificações corporais, mas tem algumas cicatrizes espalhadas pelo corpo, fruto das diversas brigas nas quais já se meteu.


  • PERSONALIDADE

Will é um homem que não tem nada a perder: sozinho, sem família ou amigos, e praticamente sem posses ou sonhos, é impulsivo e corajoso como só alguém nessas condições pode ser. Nunca chegou a sentir afeto verdadeiro por ninguém, e acha que ninguém nunca sentiu isso por ele. É extremamente desconfiado, fechado, solitário, arredio; e não faz questão da companhia de ninguém. É prático, racional e brutalmente sincero; mas tem um grande senso de responsabilidade em relação aos deveres que assume ou as promessas que faz. É observador e tem o raciocínio rápido - especialmente em situações de ameaça ou perigo.


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