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 Schotts, Eobard

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Eobard Schotts

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Player : Juh
Mensagens : 15

MensagemAssunto: Schotts, Eobard   9/2/2016, 20:24


  • DADOS BÁSICOS

Player: Juh

Nome completo: Eobard Christopher Schotts
Apelido: Eddie
Data de Nascimento: 14 de Fevereiro de 1987
Local de Nascimento: Boston, Massachussets

Idiomas: Inglês, Grego e Latim (ler).
Sexualidade: Heterossexual
Relacionamento: Noivo de Cassandra Jones (NPC)

Antiga Profissão: Professor de História das Civilizações na Universidade de Boston.
Especialidade: É muito estratégico e pensa sempre antes de agir. Pode ser útil para elaborar e executar planos. Não é muito bom em luta mas defende-se caso chegue a esse ponto. Racional mas não demasiado.
Armamentos: Primeiro encontrou um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] frequentemente usado pelos bombeiros nos incendios e nunca mais o abandonou durante a sua viagem. Quando as coisas começaram a piorar ele foi ao seu departamento na faculdade de Boston e escolheu mais duas armas: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com cerca 30 cm e um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] mediaval.


  • VIDA

Nascido e crescido em Boston. Filho único adoptado pelos pais. Cresceu sempre sabendo que era adoptado e isso lhe deu uma nova percepção do mundo. Nunca tentou procurar os pais verdadeiros porque nunca se sentiu enganado com a situação. Sempre foi bastante calmo e não era garoto de entrar em confusões. Se formou com boas notas em todas as cadeiras e logo entrou na faculdade.
Desde cedo se interessou por História e sempre lia sobre as antigas civilizações. Queria saber tudo sobre elas e sobre como a humanidade tinha evoluído desde aí. Os museus, especialmente o California Academy of Sciences em San Francisco, são o seu lugar preferido no mundo. Desde pequeno que adorou imaginar que vivia noutros tempos, com outras culturas e costumes. Por essa mesma razão sempre adorou viajar. Também por essa mesma razão matriculou-se no curso de Civilizações Clássicas na Universidade de Boston. Pelo seu entusiasmo com o tema sempre se distinguiu dos colegas de turma, sendo um dos melhores da sua classe. No final do curso, por essa mesma razão, apesar de ainda jovem e sem experiência alguma foi-lhe feita a proposta de exercer como professor na Universidade. Apesar de o seu plano inicialmente ter sido trabalhar num museu, decidiu aceitar a partilhar a sua paixão com os seus alunos que partilhavam (ou talvez não) da mesma.
Nunca foi de namorar porque não tinha jeito algum com as garotas sendo que a primeira garota com quem teve a coragem de insistir e tentar conquistar, Cassandra, é hoje sua noiva depois de um namoro de cerca de 7 anos. Começou a namorar com ela no seu segundo ano de faculdade e continuam juntos até hoje.
Teve uma vida bastante comum até ao aparecimento dos zombies, sem grandes problemas nem grandes dramas.


  • SOBREVIVÊNCIA

Eddie não se apercebeu de muita coisa que andava acontecendo em Boston até já ser bastante óbvia a existência de zombies. Como tinha uma vida muito simples e praticamente vivia casa-trabalho, trabalho-casa e na maior parte do tempo com o nariz em algum livro que andava lendo, só quando os zombies começaram realmente a dar ares óbvios da sua existência é que ele ficou a saber que alguma coisa estava errada.
Estava na faculdade já bastante tarde quando ouviu um grito vindo algures do lado de fora. Meio assustado já que não gostava de histórias de terror foi-se aproximando da janela tentando averiguar a situação. O que viu fez-lhe arrepiar todos os pêlos do corpo: uma jovem era atacada por dois rapazes. Estes contudo não pareciam querer fazer-lhe mal sexualmente, estavam demasiado apáticos para tal. Pareciam querer arrancar-lhe os braços e morde-la. Achando aquilo muito estranho ele saiu da sala, aventurando-se no escuro, chamando até por "Está aí alguém?". Quando chegou ao local onde vira a rapariga deu com ela no chão, cheia de marcar e a esvair-se em sangue. Eddie ainda tentou fazer alguma coisa para salvá-la mas assistiu ao último suspiro dela. Só quando ela morreu é que se apercebeu que não estava sozinho. Os rapazes que tinha visto antes aproximavam-se ao longe. Ele ainda tentou racionalizar com eles, querendo por tudo chamar a polícia mas quando a luz de uma das lâmpadas finalmente iluminou os rapazes viu que alguma coisa estava...ainda mais...errada. Eles pareciam mortos-vivos. Pareciam zombies. E quando não pararam de se aproximar dele enquanto ele falava Eddie soube que só podia fugir. Virou-se e correu para dentro da faculdade, fechando a porta mas não trancando. Continuou a correr até ao seu escritório e trancando-se lá dentro. Rapidamente pegou no celular e começou a tentar ligar para a polícia mas as linhas estavam interrompidas possivelmente porque a maior parte das pessoas já devia ter começado a ligar também para lá. Desesperado ficou quieto tentando ouvir alguma coisa que lhe indicasse se os rapazes ainda continuavam lá ou não. Ouvia os seus pés arrastados e só tentou fazer o mínimo barulho possível. Ao observar o seu escritório reparou num extintor a um canto com um machado contra incêndios e, sem hesitar, pegou nele. Não queria morrer. Ficou vários dias fechado na sala até ter a certeza que ninguém estava lá. Saiu só para ir buscar comida e voltou para lá. Entretanto já tinha tentado falar com a noiva Cassandra mas não tinha conseguido contactá-la devido aos cortes de comunicações existentes. Ficou preocupado por não estar com ela mas esperou algum dias para procurar ela, esperando que ela estivesse bem e em casa, especialmente quando ele via zombies passeando pelo campus várias vezes por dia. Aproveitou para procurar alguma coisa sobre zombies na história do mundo, mesmo que não soubesse defini-los como zombies já que a palavra não existia no dicionário, ainda. Sabendo que com certeza haveriam relatos sobre os acontecimentos caso eles tivessem realmente existido. Contudo, não encontrou nada. Passado quase cinco dias fechado na faculdade decidiu que tinha que ir até casa, tinha que ver se Cassandra estava bem. O seu carro estava estacionado no parque do campus e ele decidiu que conduziria até arredores da sua casa para não chamar atenção de depois iria a pé. Executou o plano de noite, esquivando-se por pouco de um zombie, entrando no carro agarrado ao machado, respirando forte. Conduziu devagar mas começando a desesperar ao pensar em todas as alternativas do que poderia ter acontecido com Cassandra. Estacionou a alguns quarteirões de casa e foi andando esquivando-se das estradas principais até casa. Entrou, chamando o nome dela e não obtendo resposta. Procurou pela casa até que a encontrou na cave, com uma mordida no pescoço, inconsciente, sem pulso e sem respirar. O seu mundo desabou e ficou apático. Ajoelho perto dela, segurou-a nos braços e ficou assim cerca de uma hora. Depois finalmente percebeu que tinha que sair dali. Foi até ao quarto e colocou algumas roupas e produtos de higiene numa mochila. Pegou em alguns dos seus livros, algumas fotos que tinha, o seu tablet e por fim alguma comida. Colocou a mochila nas costas e saiu de casa. Como estava desorientado acabou por dar de caras com um zombie. Ao início não soube como reagir mas depois sentiu o cabo do machado na mão e um fúria subiu por si. Deu um grito e correu até ao zombie espetando o machado na cabeça do zombie, retirando depois e degolando ele sem misericórdia. Depois olhou em volta e respirou fundo encaminhando-se de novo para o carro.
Voltou para a faculdade e passou os 2 meses seguinte enlouquecendo. Procurando relatos de zombies, procurando informações e traçando planos. Quando finalmente ouvir falar de Philadelphia decidiu que seria para lá que iria. Demorou alguns dias a traçar o plano e a reunir os mantimentos. Escolheu as duas armas do departamento que dava aulas e um dia pela manhã decidiu sair. O seu plano começou logo mal quando descobriu que o seu carro tinha desaparecido. Decidiu continuar a pé porque não ia desistir assim tão facilmente. A cidade encontrava-se vazia e ele caminhava o mais silenciosamente possível, armado, quando ouviu uma voz chamar pelo seu nome...


  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Konstantine Schotts: Pai Adotivo. Dono de uma livraria. Falecido.
Henriquetta Schotts: Mãe Adotiva. Historiadora. Actualmente mora em Roma.
Cassandra Jones: Noiva. Falecida.

Sean O'Brien: Aluno. Companheiro dele nesta aventura.


  • APARÊNCIA

Branco, com os cabelos escuros e olhos azuis. Alto, com cerca de 1,82. Não é muito musculoso mas também não é fraco. Ágil de movimentos. Tem uma cicatriz na palma da mão de uma queimadura que fez quando era pequeno. Estilo de roupa casual, não muito clássico.


  • PERSONALIDADE

Eddie sempre foi um rapaz muito calmo. Nunca foi de confusões e sempre gostou mais da companhia dos livros que das pessoas. Por vezes implicavam com ele desde pequeno mas ele nunca foi de ligar muito para isso. Calmo e concentrado. Sempre pensou muito antes de agir e isso talvez o tenha feito perder alguma oportunidade na vida mas tenta não pensar muito nisso. Como professor é exigente mas sempre ajuda os alunos como pode sem benificiar uns mais que outros. É justo e cumpridor da lei. Na sobrevivência não é capaz de pensar que qualquer meio justifica um fim, apesar de não querer, obviamente, morrer.
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