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 FORTHAN, VIOLET

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AutorMensagem
Violet Forthan

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Feminino Lésbica Sagitário Cavalo
Idade : 26
Player : Vynx
Mensagens : 1

MensagemAssunto: FORTHAN, VIOLET   22/2/2016, 10:44

Player: Vy

Nome completo: Violet Forthan
Apelido: Vi
Data de Nascimento: 13 de dezembro de 1990
Local de Nascimento: Milwaukee, Wisconsin  – USA

Idiomas: Inglês
Sexualidade: Homossexual
Relacionamento: Solteiro

Antiga Profissão: Freelancer de programação e robótica
Especialidade: Tudo que envolva números Violet está acostumada. Programação, estatística, matemática e finanças. Fissurada em montar motores, não há qualquer tipo de objeto mecânico ou tecnológico que não seja passível de sua total compreensão. Além disso, com sua paixão por coisas racionais tornou-se programadora, especializando-se em hackear e proteger sistemas de grandes empresas do mercado financeiro, esse se tornou sua principal forma de gerar sustento.
Armamentos: O primeiro item de sobrevivência da Vi é seu canivete suíço – modelo mais completo – para montagem de seus motores, seu companheiro inseparável. Vi carrega junto também a sua antiga arma teaser – que aparentemente não possui mais utilidade contra zumbis, mas pretende utilizá-lo de alguma forma, por fim, um pack com 10 bombas de pequena explosão (equivalente a uma granada de mão, atingindo um raio de explosão  15m e com raio de alcance de 5) montadas.  


  • VIDA

Nascida em Milwaukee, cidade que fica ao norte dos USA, Violet estava acostumada com neve e frio muito rígido, o que contribuiu para que sua personalidade mais reservada permanecesse dentro de casa desde pequena. Violet desde criança nunca aceitou seu nome, o achava demasiado meigo, característica que ela definitivamente não possuía, por isso sempre insistiu que as pessoas a chamassem pelo seu apelido, Vi. Vi cresceu normal, nunca esteve doente mas também nunca chegou a ser uma atleta, participava de um time de futebol amador apenas para fingir que fazia alguma coisa saudável. Mas a maior parte da sua infância foi gasta no quintal da sua casa montando e desmontando objetos.  Na sua pré-adolescência a internet foi inventada, e como tudo que envolvia números e tecnologias aquilo a fascinou, assim passou boa parte de sua adolescência, programando.
Quando chegou a hora de escolher o que estudar Vi resolveu se mudar para Chicago, decisão que deixou seus pais desamparados pois sempre acharam que a vida de todos seria ali, em Milwaukee. O que acontece é que aquela cidade, por mais que fosse considerada uma das maiores do estado não possuía muitas atrações, empresas, movimento! Por mais reservada que fosse isso não significava que gostaria de morar num local pacato, além de tudo, era preciso morar em uma cidade com um grande centro comercial para encontrar todas as peças que precisava em seus projetos. Como um marco em sua vida, assim que chegou em Chicago Vi tatuou em suas costas sua primeira e única tatuagem até o momento, uma enorme árvore de flor de cerejeiras que significa a efemeridade e importância dos momentos bonitos da vida.



  • SOBREVIVÊNCIA

Vi sempre foi muito antenada, e por ser uma hacker nata, isso significa que a curiosidade pertencia ao seu DNA. Quando começaram a surgir os primeiros casos de um dito surto e ela percebeu que poucas informações foram passadas a população, isso foi o suficiente para duvidar do governo. Com isso, ela começou a acessar algumas bases de dados e pertencer a fóruns onde hackers do mundo todo estavam compartilhando arquivos surrupiados dos seus governos. Quando percebeu que logo esse surto tomaria uma proporção ainda maior ela começou a traçar alguns planos. Começou a estudar como criar uma rede fechada para sobreviventes utilizando ondas mecânicas – provavelmente as únicas que sobrariam, e mais fáceis de utilizar – para que os sobreviventes pudessem se comunicar, intensificou seu tempo despendido em montagens de motores e robôs para construção de bombas rápidas e bombas retroativas. Sabia que não era a melhor pessoa para um combate corpo a corpo, visto que sempre evitou ao máximo atividades físicas a não ser pelo futebol que sua mãe a forçava; por isso, comprou pela internet alguns halteres apenas para ter algum tipo de massa muscular em seu corpo franzino. A quantidade de informações a ajudou, a se preparar, mas nada ainda se comparava a dura realidade.
Era muito fácil ver milhares de pessoas morrendo todos os dias apenas através de seu computador, até que teve o primeiro contato. Ela estava numa loja de equipamentos elétricos, uma das poucas que ainda abriam as portas, precisava de fiações de cobre com 20 amperes para a construção de um tipo específico de detonador quando tudo aconteceu. Quando de repente, como se eles tivessem sido despejados de uma caçamba de caminhão, uma legião de pelo menos 10 zumbis entraram na loja. Por sorte, a loja possuía vários corredores e gôndolas, e não estava totalmente vazia... Comprou tempo, correu para os fundos da loja, procurando a saída de emergência, assim que a encontrou parou com as suas compras não pagas na mão e começou a montar qualquer tipo de objeto que pudesse ser detonado por descarga elétrica. Como sempre tinha seu canivete suíço e sua antiga arma teaser, algo para atrasá-los seria possível de criação... Os zumbis que estavam na parte da frente da loja, agora farejavam o resto do estabelecimento, não sobrara muito tempo... A primeira detonação falhou, sua ansiedade e nervosismo a atrapalharam, sempre achou que era forte e inteligente o suficiente para qualquer coisa, mas tinha esquecido que estava acostumada a ser forte e inteligente por trás das telas de LCD. Respirando fundo ela reajustou a contagem regressiva, apertou mais os ligamentos e deu mais uma descarga com seu teaser numa bateria velha... A bomba detonou, comprando poucos minutos, ela saiu desesperada da loja, entrou em seu apartamento e desde então tem tentado aprimorar cada vez mais as suas habilidades com montagens de arsenais, principalmente aprimorando o tempo de montagem.
Aquilo a marcou, mudou a sua vida. Nunca tinha passado por situações de risco. Carregava uma arma teaser por desencargo de consciência sua e de sua família, que insistiam que Chicago era uma cidade perigosa demais para uma garota como ela ficar andando sozinha. De fato Chicago era considerada uma das mais perigosas dos USA, mas ela nunca tinha chegado a precisar utilizar sua arma. Pós esse episódio, o foco em estudar os materiais que ela hackeou do governo em busca de informações mais detalhadas sobre o surto tornou-se rotina em sua vida. Agora, ela pretende sair em busca de uma estação de rádio para ver se seu projeto de criação de rede é executável. Ah, além é claro de encontrar sobreviventes e reunir as informações que eles possuem.



  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Seu relacionamento com a família era considerado normal para ela. Era filha única, sempre teve o melhor que podia em casa, mas não eram ricos. Seus pais sempre a incentivaram a praticar esportes, devido a sua insistência em permanecer dentro de casa, isso sempre acabava gerando brigas e discussões. Após se mudar para Chicago sua família ficou triste com a decisão, pois nunca exatamente aceitaram os hobbies da filha, contudo, assim que viram que a filha podia ter qualidade de vida trabalhando com isso deixaram de incomodá-la.
Vi nunca teve relacionamentos amorosos na sua cidade natal. Assim que chegou em Chicago chegou a se envolver com uma ou outra pessoa em baladas e bares, mas como sempre prezou pelo seu espaço, nunca acabou se envolvendo mais do que alguns poucos meses.



  • APARÊNCIA

Alta 1,70m, peso ideal para altura, cor da pele branca com várias sardinhas e olhos claros. Veste-se de forma despojada e mais confortável possível, suas peças de roupas favoritas são: coturno, calça jeans e suéter de lã preto. Possui diversos piercings na orelha, totalizando em 8, possui um relógio simples com contador de data, bússola e segundos. O que mais chama atenção é seu cabelo curto e vermelho, contrastando com sua pele branca e seu rosto de linhas esculpidas.


  • PERSONALIDADE

Em geral as pessoas sempre a julgam errado, isso é fato. Ou acreditam que ela é uma menininha frágil e mimada, o que nunca poderia ser considerado realidade; ou, acham que ela é uma pessoa totalmente fria e sem sentimentos assim que descobrem que ela trabalha com programação e robótica, por conta do estereótipo da profissão. O que é verdade? Vi considera-se mais racional do que emocional, sempre foi boa em questões lógicas, análise de riscos, criação de cenários. Por sempre trabalhar sozinha desenvolveu uma autossuficiência em todos os âmbitos da sua vida, com sede por informações ela é um tanto audaciosa com seus planos, achando que com a criação de uma rede interna poderá ser a pessoa que contribuirá para
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